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Junho 22, 2017   |   Notícias

Comissão Europeia aprova a utilização do acetato de eslicarbazepina de toma única diária em monoterapia em doentes adultos recentemente diagnosticados com crises epiléticas parciais

BIAL anuncia que a Comissão Europeia aprovou a utilização do seu antiepilético (acetato de eslicarbazepina) de toma única diária como monoterapia no tratamento de pacientes adultos recentemente diagnosticados com crises epiléticas parciais. O acetato de eslicarbazepina estava já aprovado na Europa como terapêutica adjuvante em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos, com crises epiléticas parciais, com ou sem generalização secundária.

“Estamos naturalmente muito satisfeitos por os pacientes adultos com crises epiléticas parciais por toda a Europa poderem agora beneficiar deste fármaco em monoterapia de toma única diária, simples de utilizar, o que poderá otimizar a adesão ao tratamento”, comenta António Portela, CEO da BIAL. “BIAL assumiu um compromisso com todas as pessoas que sofrem de epilepsia. Esperamos continuar a dar resposta às necessidades médicas dos profissionais de saúde e de todos os pacientes.”

O acetato de eslicarbazepina representa o primeiro fármaco de patente nacional. Fruto da aposta da BIAL em Investigação & Desenvolvimento (I&D), este medicamento para a epilepsia representou um marco histórico para a indústria farmacêutica portuguesa quando, em 2009, foi aprovado pela Comissão Europeia. Já em 2013, este medicamento foi também aprovado pelo regulador norte-americano, a FDA - Food and Drug Administration. Atualmente, o acetato de eslicarbazepina é comercializado em vários países europeus (entre os quais o Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha e França) e nos EUA e Canadá.

A epilepsia afeta, aproximadamente, 50 milhões de pessoas em todo o mundo, o que faz desta doença a condição neurológica grave mais comum. Só na Europa há 6 milhões de pessoas que vivem com epilepsia e em Portugal estima-se que cheguem às 50.000. Nos países desenvolvidos a incidência anual é estimada em 50 a 70 casos por cada 100.000 pessoas.

Mais informação sobre a epilepsia aqui.

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