
Até ao final do próximo mês de Outubro continuam abertas as candidaturas ao Prémio BIAL, considerado um dos prémios de investigação científica de maior prestígio na área da Saúde em toda a Europa.
O valor global do Prémio BIAL ascende a 320 mil euros distribuído por duas modalidades: o “Grande Prémio BIAL de Medicina”, com o valor de 200 mil euros, visa distinguir trabalhos de índole médica de grande qualidade e relevância científica; o “Prémio BIAL de Medicina Clínica”, no valor de 100 mil euros, irá premiar um tema livre dirigido à prática clínica. Está ainda prevista a atribuição de quatro menções honrosas, cada uma no valor de 5 mil euros.
Recorde-se que a edição de 2010 do Prémio BIAL apresentou como grande novidade o aumento do valor pecuniário atribuído para um total de 320 mil euros, o que representou um aumento de 100 mil euros face às últimas edições e veio reforçar o Prémio BIAL como um dos maiores prémios europeus na área da saúde. Aquando da apresentação da 14ª edição do Prémio BIAL, Luís Portela, Presidente do Grupo BIAL e da Fundação BIAL, justificou esta alteração afirmando que “Numa altura em que o Prémio celebra 25 anos e que o Grupo BIAL assume uma nova projecção internacional, a Fundação BIAL considerou ser este o momento oportuno para reforçar o montante monetário atribuído”.
Para além do valor monetário, o Prémio BIAL contempla igualmente a edição exclusiva, com uma tiragem de cerca de dez mil exemplares, do trabalho vencedor do Prémio BIAL de Medicina Clínica e de algumas das outras obras galardoadas, para divulgação e distribuição gratuita aos profissionais de saúde.
O júri do Prémio BIAL 2010 é presidido pelo Professor Nuno Sousa e constituído por representantes das Escolas de Medicina Portuguesas, nomeadamente os Professores Agostinho Almeida Santos (Faculdade de Medicina de Coimbra), António Sousa Guerreiro (Faculdade de Ciências Médicas), Carlos Lopes (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar), Henrique de Barros (Faculdade de Medicina do Porto), Joana Palha (Escola de Ciências da Saúde), José Manuel Calheiros (Faculdade de Ciências da Saúde) e Leonor Parreira (Faculdade de Medicina de Lisboa).
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